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Notícia divulgada no Fórum Econômico Mundial em Davos (Suíça), semana passada, pelo CEO do Linkedin, Jeff Weiner, diz que em apenas 2 anos mais de 5 milhões de pessoas irão perder o emprego por causa das novas tecnologias.

Os novos desempregados serão principalmente das áreas administrativas e industriais. E, no Brasil, segundo a consultoria Mc Kinsey, 15,7 milhões de brasileiros terão seus trabalhos afetados pela automação até 2030 — duvido que seja pra melhor.

Estamos vivendo a extinção de toda uma nova séria de profissões e trabalhos, parecida com a que aconteceu no começo dos anos 1900, com o advento da energia elétrica, por exemplo, os acendedores de lampiões de rua ficaram obsoletos. E quem se lembra da última vez que usou um elevador com ascensorista? O Brasil é um raro país onde ainda existe essa função.

O metro linha amarela de São Paulo que funciona sem condutor, controlado à distância? A Amazon testou na segunda feira passada em Seattle um supermercado sem caixas (https://

E você pode continuar acrescentando outras funções que não precisam mais de um especialista para serem feitas.

O tempo passa voando, e 2 anos é amanhã, e 5 anos parece muito, mas é apenas o tempo que um jovem fica cursando na faculdade.

Quando o jovem estiver formado, pode ser que o conhecimento adquirido – e pago – não sirva para muita coisa. Crie seu próprio trabalho, seja seu próprio patrão.

A questão é: o que – e como – as pessoas irão fazer para prosperar? Para quem ainda é empregado, é importante desde já ir estudando e testando as habilidades e o conhecimento para não depender de um empregador.

Nenhum emprego é garantido – nunca foi e no futuro será menos ainda.

E, se fizermos as coisas direito, podemos preparar nossos filhos melhor do que nós fomos preparados por nossos pais.

Podemos ter a chance de ensinar aos nossos filhos a como serem independentes, a administrar o dinheiro, a confiar no próprio esforço sem depender de empregos, ao estoicismo e maturidade emocional para passar por períodos difíceis (pois a vida do empreendedor é dura) e todo o ferramental imaginável a que tenhamos acesso, para enfrentarem um mundo incerto e globalizado.

No futuro, trabalhar, ser independente e ganhar dinheiro será um raro privilégio.